O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (e só dele)

Nos tempos de Homem de Aço e Capitão América 2 (e futuramente X-Men: Dias do Pretérito Perfeito), é bom saber que ainda existem filmes divertidos e inocentes como o novo Homem Aranha. Afinal, não é sempre que precisamos Nolanificar os super-heróis.

O filme é bem mais animado que o primeiro, fato já perceptível pelas cores mais vivas no uniforme do Aranha e pela quantidade de ações que passam durante o dia (e as piadinhas infames ligeiramente mais frequentes que no primeiro filme, amém). O relacionamento dele com Gwen está mais maduro e ele se encontra sempre dividido pela promessa que fez ao pai dela (“Não é a primeira vez que discutimos isso, Peter”) e os nova-iorquinos parecem todos adorar a presença do herói na vizinhança (é comentado, apesar de mal explorado, que existem algumas pessoas que são contra o aracnídeo, mas talvez esse plot fique pro próximo filme). Gwen Stacy é, sem dúvida, a estrela do filme (beijos, Emma Stone, me liga).

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Lost Kids – A Espera Vale a Pena?

Falei no post do Maki sobre o financiamento coletivo do Lost Kids, um quadrinho nacional que estava no Catarse e eu esperava ansiosamente pela minha revista. Finalmente ele chegou (depois de séculos de espera) e, como não poderia deixar de ser, vou contar a minha experiência ao ler o danado aqui.

Lost Kids é uma obra de Felipe Cagno que conta a história de 5 adolescentes que acabam transportados a um mundo de fantasia e buscam uma forma de voltar à Terra, mas não sem antes se envolverem nos problemas locais e se tornarem alvo de um grande vilão.
 
Arte do pôster e capa alternativa da 5a edição.

Pelo que se pôde perceber pelo andamento do projeto, Felipe é uma ótima pessoa: empolgado, comprometido, sonhador e atencioso aos colaboradores. Mas já começo achando uma falha dele a demora para enviar os livros aos não-visitantes da FIQ, resultando em uma espera pouco mais demorada que o previsto (o Maki também foi a FIQ e não demorou nem um pouco para chegar a minha casa).

Em compensação, a qualidade do material e a arte do pôster são fantásticas (até a minha irmã achou lindo). Eu realmente achei que estava com uma das melhores obras nacionais (nível Valente, de Vítor Cafaggi) em minhas mãos antes de começar a ler, fato que infelizmente não se tornou verdade.

Veja bem, eu odeio fazer críticas negativas, espero que todos que leiam isso aqui entendam os meus pontos e não se sintam ofendidos.

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