O que achamos do Bestiário de Arton Volume 2

A arte cada vez melhor de Lobo Borges

Estamos estreando um novo autor no blog: Alex “Druida” Gabriel vai nos encher com Pokémon, monstros e raças que ninguém além dele gosta de jogar. Uma salva de palmas!!! Pra não dizer que ele não entende do assunto, vamos começar com a crítica do Bestiário de Arton Vol. 2:

“Monstros! Monstros por toda parte!” – Albor, plebeu, cansado de Arton [quando morrer vai parar em Chacina, o Reino Divino de Megalokk, por pura ironia.]

Recebi meu livro essa terça-feira, depois de comprar na pré-venda e ter que esperar quase um mês, a expectativa estava muito grande nele. Diferente do primeiro Bestiário, que teve a versão brochura e uma versão limitada capa dura, todos os livros são capa dura com uma ótima qualidade da impressão, não havendo um defeito que veio na capa do primeiro em alguns livros [como o meu :/].  O desenho da capa é sensacional, me dá vontade de ficar olhando constantemente para ele. XD

O livro vai direto ao ponto, logo após a introdução começam os monstros. Ele continua a seguir o estilo do primeiro, havendo monstros conhecidos de D&D ambientados em Arton e convertidos para TRPG, monstros icônicos do cenário com suas fichas atualizadas, novos monstros para surpreender os jogadores e as fichas de vários animais para quando o mestre precisar de algo mais normal :P.

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